O Independiente Medellín-COL enfrentará o Vasco na próxima fase da Copa Sul-Americana, em confrontos que a Conmebol planeja para a semana após a Copa do Mundo. Como o time colombiano saiu da Copa Libertadores, a primeira partida será mandada pelo Medellín, em casa. A punição inclui portões fechados para o jogo de ida.
O contraste entre a classificação e a punição veio após incidentes recentes na Libertadores. O Medellín precisava apenas de um empate para avançar, mas cedeu a vaga nos acréscimos diante do Estudiantes, na Argentina, com gol aos 47 minutos. A derrota desencadeou turbulência interna no clube.
A turbulência cresceu após a goleada de 4 a 1 para o Flamengo, no Maracanã, que provocou a demissão do treinador Alejandro Restrepo. A diretoria optou por comando interino de Sebastián Botero, e a crise seguiu. Torcida protestou contra o proprietário Raúl Giraldo, ampliando a pressão interna.
No início de maio, os protestos atingiram o jogo de volta contra o Flamengo, em Medellín, com violência nas arquibancadas que levou ao cancelamento da partida. A Conmebol aplicou W.O. ao Medellín, dando os três pontos ao Flamengo e impondo portões fechados para a ida contra o Vasco.
O que o Vasco encontra pela frente
A diretoria vascaína confirmou a contratação de Luis Amaranto Perea como novo treinador, com início previsto após o Mundial. O ex-zagueiro tem forte identificação com o clube, mas só assumirá após o Mundial, mantendo-o na comissão da seleção colombiana.
Vantagens e esperanças no Medellín
O Medellín aposta em jogadores experientes para surpreender. O centroavante Francisco Fydriszewski, conhecido como Polaco, soma seis gols na temporada. Entre os remanescentes, destacam-se o lateral Frank Fabra, ex-Boca Juniors, e Yony González, ex-Fluminense, que podem pautar o duelo.
Entre na conversa da comunidade