A Copa do Mundo Feminina de 2027, que ocorrerá no Brasil, é apresentada pelo governo como um marco sociocultural. Durante a Rio2C, a secretária extraordinária da Copa Feminina, Juliana Agatte, afirmou que o legado do torneio vai além do esporte, visando mudanças culturais.
Segundo a dirigente, o Brasil terá pela primeira vez uma Copa do Mundo Feminina, em um momento estratégico para a modalidade na região. O evento é visto como oportunidade de consolidar o futebol feminino como parte da identidade esportiva do país.
Juliana ressaltou que houve décadas de exclusão da prática, destacando a resistência do esporte ao longo do tempo. O objetivo é transformar a participação feminina em estádios, na imprensa, na gestão e no comando técnico.
Legado desejado e participação feminina
A secretária indicou metas para ampliar a presença de mulheres em várias áreas do esporte, incluindo atuação como comentaristas e dirigentes. A ideia é ampliar a prática entre meninas em idade escolar e tornar o futebol feminino mais acessível nas escolas.
A expectativa é que a Copa de 2027 impulsione investimentos, fortaleça o interesse comercial pela modalidade e fomente a formação de novas atletas em todo o país. Com isso, o governo busca estimular o crescimento sustentável do esporte.
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