O Goldman Sachs divulgou nesta sexta-feira um relatório com projeções de desempenho para a Copa do Mundo de 2026. O modelo aponta a Espanha como favorita ao título, com 26% de chance, seguido pela França com 19%, Argentina com 14%, Brasil com 8% e Inglaterra com 5%.
Segundo a análise, as probabilidades variam conforme o histórico recente, o momento das seleções e fatores estratégicos. O relatório ressalta que o poder estatístico do modelo é limitado pela imprevisibilidade do futebol, especialmente em fases de mata-mata.
A equipe de economistas liderada por Jan Hatzius aponta que, caso as hipóteses se confirmem, o Brasil venceria o grupo contra Marrocos, Haiti e Escócia, avançaria no mata-mata contra Japão, Noruega e Inglaterra, e, nas semifinais, toparia com a Argentina.
Metodologia do modelo
O modelo utiliza o histórico de partidas internacionais desde 1978 para estimar gols entre seleções. Dados de artilheiros e desempenho recente de clubes também entram na avaliação, além de considerar o momento da equipe.
A análise também leva em conta fatores como mentalidade, histórico de campeões mundiais e o efeito casa. Observa ainda limitações, como não considerar condicionamento físico atual dos jogadores ou a experiência dos treinadores.
Projeções por seleções e cenários
Caso efetivado, a final apontaria Espanha contra Argentina, com o título indo para a Espanha, segundo as projeções. O estudo ainda menciona que, em termos de odds, o Brasil fica atrás da Argentina na briga por uma vaga na final.
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