Paris Saint-Germain conquistou pela segunda vez consecutiva a Liga dos Campeões ao vencer o Arsenal em cobrança de pênaltis por 4 a 3, após empate por 1 a 1 no tempo regulamentar e na prorrogação.
O gol inicial saiu aos seis minutos, com Kai Havertz mostrando rapidez em contra-ataque e finalizando no alto do gol de pé direito. Houve controvérsia na jogada que antecedeu o tento, com possível toque de mão de Leandro Trossard, mas o árbitro não marcou. Bukayo Saka teve outra oportunidade de pênalti anulada após jogo de mão na área.
A vantagem dos ingleses manteve-se até o minuto 65, quando Cristhian Mosquera cometeu falta em Khvicha Kvaratskhelia dentro da área. Ousmane Dembélé converteu a cobrança e igualou o placar. A PSG quase venceu no tempo regulamentar com chute de Vitinha que passou perto do gol.
Na prorrogação, controvérsia voltou a surgir aos 101 minutos, quando Noni Madueke caiu na área após contato com Nuno Mendes; o árbitro não marcou pênalti e o VAR não revistou a jogada.
O jogo foi decidido nos pênaltis, pela primeira vez em uma final de Champions desde 2016. Os cobradores do PSG converteram os três primeiros com consistência, enquanto Arsenal viu Eberechi Eze desperdiçar o segundo tentativo e Nuno Mendes ter chute defendido por David Raya. Declan Rice empatou em 2 a 2, e Lucas Beraldo garantiu a vitória da PSG na quinta cobrança.
Gabriel do Arsenal finalizou pior, mandando a bola por cima do gol, consolidando o título parisiense. A decisão teve apoio de análises de especialistas, que destacaram aspectos táticos e a atuação dos goleiros nas defesas decisivas.
A vitória coloca o PSG em um grupo seleto de times que conquistaram o campeonato na disputa de pênaltis, repetindo feito anterior de Real Madrid. Luis Enrique soma agora seu terceiro título na competição, após conquistas com o Barcelona.
Para o Arsenal, a derrota encerrou uma temporada de alto rendimento, marcada pelo domínio doméstico e pelo esforço na Allianz Arena. A equipe terá de avaliar ajustes para a próxima edição, buscando a काय aprimorar o desempenho europeu.
Sobre a atuação de Madueke, a jogada gerou debate entre especialistas. Análises indicam que houve contato entre o atacante e Mendes, mas a decisão de não marcar pênalti permaneceu conforme a visão da arbitragem e do VAR naquela ocasião.
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