A seleção brasileira começa a planejar a preparação para a Copa do Mundo de 2026 com foco na redução de distrações. Carlo Ancelotti e a CBF adotaram um modelo de trabalho com acesso controlado, privilegiando privacidade na Granja Comary, em Teresópolis, e evitando o excesso de exposição pública.
A ideia é manter o grupo mais isolado, semelhante ao que será adotado nos Estados Unidos. A medida busca evitar o tipo de tumulto vivido em Copas anteriores e manter a concentração antes do embarque para o mundial.
No sábado, os portões da Granja Comary ficarão abertos apenas para familiares de jogadores e representantes de patrocinadores, em ato comum antes de grandes eventos. A presença de torcedores na porta do centro de treinamentos ficará restrita.
A partida amistosa contra o Panamá, neste domingo, no Maracanã, funciona também como despedida da torcida antes da viagem. O jogo marca o último contato público do grupo antes da estreia no torneio internacional.
Na prática, o hotel que servirá de base na região de Nova Jersey permanecerá fechado para visitantes sem vínculo com a CBF. A ideia é manter o elenco e a comissão técnica em ambiente dedicado, com acesso restrito, até a partida de estreia.
Casemiro, capitão da equipe, tem defendido menor exposição nas redes sociais durante a concentração. Em diálogo com a direção da CBF e com Ancelotti, a orientação é manter o foco do grupo, com ativações de patrocinadores apenas quando pertinentes à programação oficial.
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