Na Puskás Arena, em Budapeste, com mais de 60 mil torcedores, o Arsenal enfrentou o PSG na final da Champions League. O placar ficou 1 a 1 no tempo normal e 0 a 0 na prorrogação, levando a disputa para os pênaltis. Gabriel Magalhães cobrou a quinta cobrança.
O zagueiro brasileiro, titular da seleção, foi escolhido para quatro cobranças antes, mas a decisão final coube a ele na batida decisiva. Magalhães deslocou-se, bateu com a perna esquerda e mandou a bola por cima do gol, entregando o título ao PSG.
Após o erro, o PSG sagrou-se campeão europeu pela segunda vez consecutiva, enquanto o Arsenal interrompeu a busca pelo troféu pela primeira vez desde 2010. A derrota encerra mais uma edição sem o título da competição para os londrinos.
A decisão de Arteta
Entre as opções disponíveis, o técnico espanhol Mikel Arteta optou por deixar Magalhães na quinta cobrança. Outros cobradores do Arsenal, como Saka, Havertz, Odegaard e Trossard, haviam sido substituídos, reduzindo alternativas confiáveis.
Analistas destacam que zagueiros costumam ser a última escolha em pênaltis. Magalhães, desde a sua chegada em 2020, havia ido à marca apenas uma vez em jogos oficiais, o que reforça a surpresa da decisão.
A partida caiu no momento em que o Arsenal precisava de precisão em cobranças. O erro do zagueiro foi determinante para o desfecho, mas a análise indica que a responsabilidade não recai apenas sobre ele.
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