Roger Ibáñez abriu a temporada com uma preocupação: ficar fora do radar da seleção brasileira após deixar a Roma para o Al Ahli, em 2023. O zagueiro revelou que temeu o impacto da mudança na visibilidade para a convocação da Copa do Mundo de 2026. A transferência ocorreu na cidade de Roma, Itália, com destino a Jeddah, Arábia Saudita.
A negociação ficou entre 28 e 29 milhões de euros, podendo chegar a 35 milhões conforme metas estipuladas. A operação movimentou o mercado e gerou dúvidas sobre como a liga saudita influenciaria a continuidade da carreira internacional do jogador, então aos 24 anos.
O que mudou na carreira
Ibáñez reconheceu que pensou muito no risco de desaparecer do radar da Seleção durante os primeiros meses no Al Ahli. Ele afirma ter amadurecido pessoal e profissionalmente, ganhando liderança e aprimorando a comunicação dentro de campo.
O defensor destacou que a passagem pela Arábia Saudita ajudou a relançar seu desempenho. Segundo ele, o retorno ao cenário internacional ocorreu justamente por meio do trabalho feito na liga árabe, o que facilitou a observação da comissão técnica brasileira.
Retorno à seleção e contexto atual
Revelado pelo Fluminense, Ibáñez chegou à Europa em 2019 pela Atalanta e, em seguida, atuou pela Roma, consolidando-se como um zagueiro de referência no continente. A experiência no Al Ahli foi parte de uma trajetória de investimentos sauditas para atrair nomes do futebol europeu.
Apesar das dúvidas à época, o jogador manteve o nível de atuação e acabou convocado para a Copa do Mundo de 2026. A experiência na Arábia Saudita foi, para ele, um passo que amadureceu a forma de jogar e de se preparar, reforçando sua presença na seleção.
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