Lewis Hamilton indicou que dificilmente voltará a usar o simulador da Ferrari na preparação para as corridas de 2026. A afirmação chegou após o britânico conquistar seu melhor resultado desde a chegada à equipe italiana.
O piloto explicou que o simulador ainda apresenta diferenças relevantes em relação ao comportamento do SF-26 na pista. Ele já havia criticado a ferramenta após o GP de Miami, dizendo que não auxiliava na sua adaptação ao carro.
O que mudou nos resultados é curioso: os dois melhores desempenhos de 2026 ocorreram em finais de semana em que Hamilton optou por não usar o simulador. Em Montreal, ele ficou no pódio; no GP da China, conquistou o primeiro pódio com a Ferrari.
Desempenho recente e uso do simulador
Hamilton afirmou que a ferramenta pode ser útil para o desenvolvimento do carro, mas não para sua preparação individual. “Provavelmente não. Existem riscos demais. Não usei nas duas melhores corridas”, disse.
O britânico ressaltou que continuará colaborando com a Ferrari para aprimorar a correlação entre dados virtuais e o carro real, fornecendo feedback após cada etapa de desenvolvimento. “É poderosa, mas sou da velha escola; talvez eu vá melhor sem ela”, concluiu.
O desempenho no Canadá foi destacado como o mais convincente desde a transferência para a Ferrari. Hamilton superou o companheiro Charles Leclerc ao longo de todo o fim de semana, ficando atrás apenas do vencedor Kimi Antonelli, da Mercedes.
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