A Copa do Mundo deve ser a maior temporada de apostas já vistas. Especialistas estimam que a receita global ultrapassará US$ 50 bilhões (aprox. R$ 251,5 bilhões). O crescimento ocorre com o torneio ampliado para 48 seleções, ante 32 no evento anterior.
A previsão é de que o setor gere lucros significativos para casas de apostas e empresas de tecnologia esportiva. A avaliação é de Darren Small, especialista em apostas, e de David Stevens, porta-voz da Coral, casa britânica.
A aposta não se restringe a resultados de partidas. Analistas apontam aumento do interesse em apostas especiais, com narrações personalizadas e estatísticas de jogadores, como gols com determinado pé ou número de passes.
A mudança no formato amplia o público e a atuação de plataformas de apostas, segundo Small, que também cita a ascensão de uma base de clientes mais jovem buscando opções dinâmicas.
Cenário de favoritos e apostas a longo prazo
Para Small, Argentina e França aparecem entre os principais favoritos ao título, com a Inglaterra despontando como terceira força, espelhando apostas globais. A análise considera também a Espanha como concorrente relevante.
Além dos favoritos, cresce o interesse em artilheiros individuais. Mbappé e Haaland aparecem entre os nomes com maior volume de apostas, segundo as registradas pelas casas.
Desafios logísticos e espaço geográfico
Os especialistas destacam que a distribuição de partidas pelos Estados Unidos, Canadá e México traz desafios de fuso horário para o público europeu. Ainda assim, a expansão favorece regiões com maior atividade de apostas.
O otimismo persiste mesmo com certa ausência inicial de interesse pela vitória dos Estados Unidos. Caso o país confirme o favoritismo imprevisível, as apostas podem sofrer variações expressivas no mercado.
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