João Fonseca encerrou uma partida de cinco horas contra Novak Djokovic na sexta-feira, 29, e logo após deixou a quadra para a bicicleta ergométrica. A ação ocorreu no cenário de Roland Garros, com o tenista brasileiro buscando recuperação ativa.
A prática, comum entre atletas de alto rendimento, envolve exercícios de baixa intensidade por até 20 minutos, permitindo manter a circulação e conversar durante o movimento. A ideia é facilitar a remoção de metabólitos e reduzir a fadiga.
Especialistas divergem sobre a eficácia da recuperação ativa. Alguns estudos apontam benefícios para a recuperação muscular, principalmente em torneios longos, enquanto outros afirmam que ganhos dependem de prazos de recuperação ainda mais curtos.
Recepção e contexto técnico são apontados por profissionais da área. O médico do esporte Páblius Braga descreve efeitos na oxigenação muscular e na frequência cardíaca, enquanto o cardiologista Marcel Pereira Moussa ressalta que a prática é adotada por muitos atletas, mesmo sem evidências robustas.
A recuperação ativa costuma ser combinada a outras estratégias, como alongamento, imersão em água fria, massagens, sono de qualidade e alimentação adequada. A coordenação entre treino e descanso segue como eixo da preparação de alto rendimento.
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