Com Messi e Cristiano Ronaldo, a Copa do Mundo de 2026 tem uma presença recorde de veteranos. Os dois, que disputam a sexta edição do torneio, lideram uma geração que demostra carreiras mais longas no futebol de elite. O Mundial ocorre nos Estados Unidos.
Ao lado do goleiro Guillermo Ochoa, Messi e Ronaldo simbolizam a nova tendência de idade no futebol. A competição terá, pela primeira vez, uma participação expressiva de atletas com mais de 40 anos, incluindo jogadores de linha em número recorde.
Aos 41 de Ronaldo e com Messi completando 39 durante o torneio, o grupo 40+ inclui nomes como Ochoa, Modric (40), Dzeko (40), Neuer (40) e Gordon (43). A presença desses veteranos amplia a janela de atuação no alto rendimento.
Mudança de cenário e impactos
A evolução do treinamento, nutrição e gestão de carga permite que atletas mais velhos se mantenham competitivos em alto nível. Especialistas afirmam que a idade deixa de ser determinante para o desempenho, em parte pela adaptação tial de cada jogador.
Entretanto, a idade continua associada a riscos de lesões. A seleção brasileira, que contará com Neymar, enfrenta questionamentos sobre ritmo e forma física, em meio a lesões que afetam a preparação para o torneio.
Panorama de participação e histórico
Historicamente, poucos jogadores acima de 40 entraram em Copas com frequência. Hoje, a predominância é de goleiros na faixa etária avançada, enquanto atletas de linha atingem marcas inéditas. A tendência indica maior longevidade na elite do futebol mundial.
O técnico alemão Joachim Löw observa que Messi e Ronaldo já passaram do auge, mas mantêm influência decisiva em jogos. Dados médicos indicam que a sobrecarga é um risco maior entre atletas mais velhos, exigindo monitoramento constante.
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