O All England Club acredita que não haverá protestos dos tenistas no Wimbledon, após reunião com representantes dos principais jogadores na Roland Garros. O encontro, realizado nesta segunda, tratou do estado do impasse e foi considerado produtivo por ambas as partes.
Os representantes dos jogadores, liderados pelo ex-CEO da WTA Larry Scott, pedem aumento significativo no prêmio em dinheiro. A organização do Wimbledon visa anunciar o valor na próxima quinta-feira, antes do início do torneio em 29 de junho de 2026.
A discussão ocorre em meio a críticas crescentes ao pagamento de prêmios nos grand slams. O FFT anunciou 52,6 milhões de libras em prêmios para este ano, 9,5% a mais que 2025, mas ainda abaixo do que os jogadores esperam. Wimbledon pagou 53,5 milhões no ano anterior.
Progresso nas negociações
Os representantes dos jogadores informaram à AELTC que esperam aumento expressivo no total dos prêmios a serem distribuídos. Os organizadores costumam definir o montante próximo da divulgação oficial, o que mantém flexibilidade financeira.
Na semana passada, os jogadores também se reuniram com FFT e com a US Tennis Association. A FFT disse que irá considerar as propostas e apresentar uma contraproposta nas semanas pós-French Open, conforme avaliadas por ambas as partes como avanço.
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