Fabinho é o primeiro jogador de um clube da Arábia Saudita convocado pela seleção brasileira. Com isso, o Brasil se tornou o 16º país a ceder jogadores para Copas do Mundo. A Argentina é citada como o único caso em que há convocados de países distintos em maior número.
A discussão sobre Patesko, em 1934, inspira o debate: se for contado como jogador do Nacional, o Brasil chega a 17 convocações de países diferentes, superando a Argentina, com 16. O dado depende de como se enquadra o vínculo do atleta.
Fabinho afirmou, em Morristown, que a experiência árabe elevou seu nível ao colocá-lo entre os primeiros cortes do time. O volante já foi titular no Liverpool, campeão da Champions de 2019, e, no Al Ittihad, tornou-se opção frequente.
Casemiro citou o início de estilo de jogo semelhante entre Fabinho e ele próprio, ressaltando a importância da adaptação para o retorno à seleção após três anos. O técnico Ancelotti também teria observado esse ressurgimento na equipe.
A participação saudita na Copa aumentou a presença de jogadores em seleções europeias. Portugal, com Cristiano Ronaldo e João Félix (Al Nassr), e Inglaterra, com Toney (Al Ahly), aparecem entre os destinos. O Al Hilal cedeu doze atletas, incluindo Theo Hernández, Koulibaly e Darwin Núñez.
Mesmo com esse crescimento, surgem debates sobre o ritmo de jogo de atletas estrangeiros usados pela seleção. Renato Augusto, em 2018, gerou discussões ao retornar de Beijing; ficou como reserva, mas marcou na fase de grupos.
Panorama por país e anos
1982 – Itália e Espanha
1990 – Alemanha, França, Holanda e Portugal
1994 – Japão
2006 – Inglaterra
2010 – Grécia e Turquia
2014 – Canadá, Rússia e Ucrânia
2018 – China
2022 – México
2026 – Arábia Saudita
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