A Copa do Mundo de 2026 começa em sete dias, com recorde de 48 seleções e a primeira edição disputada em três países: EUA, México e Canadá. O torneio terá oito jogos na fase de grupos, seguido de mata-mata até a final, marcada para 19 de julho.
A seleção brasileira tenta encerrar um jejum de 24 anos sem título mundial. A equipe pode ter Neymar contestado por uma lesão na panturrilha, que gerou desconforto sobre a participação do atacante. O corte definitivo permanece em aberto.
Lionel Messi, da Argentina, encara a missão de ampliar recordes históricos; como Cristiano Ronaldo, ele busca marcar a partir de campo na edição de 2026. A imprensa acompanha o impacto de possíveis recordes na performance da equipe.
Copa com maldição envolvendo campeões: desde 2006, em três edições (2010, 2014 e 2018), o campeão foi eliminado ainda na fase de grupos. O Brasil em 2006 chegou com o título no peito, mas a campanha terminou antes das semifinais.
Entre os dados, o Brasil aparece como destaque positivo ao evitar vexames na última década, seguindo a tradição de seleções com história de sucesso. A França também tem sido citada entre os poucos times que não sofreram tropeços graves.
No cenário brasileiro, o foco está na preparação, nos ajustes táticos e na gestão de possíveis ausências de jogadores-chave. O Brasil busca manter o equilíbrio entre ataque eficiente e solidez defensiva para avançar no torneio.
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