No último treino da seleção brasileira nos Estados Unidos, o técnico Carlo Ancelotti testou uma formação diferente. Paquetá apareceu no lugar de Luiz Henrique para atuar como terceiro homem de meio-campo, enquanto Igor Thiago foi promovido a centroavante, com presença de área e finalização contundente.
A ideia foi tornar o meio-campo mais dinâmico e agressivo na área adversária. A mudança indica abertura para diversas opções táticas, mesmo com dúvidas sobre o esquema ideal para a estreia. O próximo amistoso contra o Egito, em Cleveland, pode esclarecer esse ponto.
Analistas destacam que o meio-campo precisa ser mais preenchido para evitar espaços. Um quadrado com Casemiro, Bruno Guimarães, Danilo Santos e Paquetá aparece como alternativa, com Paquetá e Danilo atuando também na marcação e na transição.
Bastidores sinalizam conversas entre jogadores e a comissão para testes táticos na prática, não apenas em treinos. O treinador teria aceitado sugestões de lideranças do grupo, mantendo a possibilidade de alterações até o jogo contra o Egito.
Formação em foco
O debate sobre o meio-campo permanece ativo e importantes mudanças seguem em avaliação. A tendência é manter dois atacantes, com o objetivo de pressionar a saída de bola adversária. O desempenho contra o Panamá ficou como referência para ajustes futuros.
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