Marta Kostyuk enfrentou Mirra Andreeva em uma semifinal de Roland Garros marcada por nervosismo inicial. A ucraniana cometeu dois double faults no service game de abertura, abrindo espaço para a jovem russa ganhar impulso e abrir 4-0 no primeiro set. Andreeva consolidou a vantagem e venceu por 6-1, 6-3, avançando à final.
A partida destacou o nervosismo sob pressão de Kostyuk, que admitiu pressões durante a entrevista coletiva. Andreeva, de 19 anos, mostrou concentração e controle mental para explorar as falhas da adversária e manter a dianteira ao longo do duelo.
Defesa intensa de Chwalińska
Na segunda semifinal, Maja Chwalińska surpreendeu ao vencer Diana Shnaider em sets diretos, 7-6(4) e 6-4. A polonesa, 24 anos, rankeada 114ª, passou a dominar com defesa superlativa, devolvendo bolas de posições improváveis e convertendo momentos-chave em pontos decisivos.
A virada ocorreu no final do segundo set, quando Shnaider abriu 4-4 após a primeira parcial vencida por Chwalińska no tiebreak. Em seguida, a polonesa fechou com consistência, garantindo sua primeira vaga na final de um Grand Slam ao vencer a partida.
O jogo do ponto decisivo
O momento que definiu o resultado veio já no final, quando Shnaider servia para forçar uma reação. A continuidade das trocas mostrou a capacidade de Chwalińska de transformar defesa em ataque, com lobs, cortes e passes precisos.
A vitória da polonesa exprime uma história de superação: uma jogadora que superou uma considerável desvantagem de posição no ranking até chegar à final, quebrando o fluxo do adversário e aproveitando os momentos certos para concluir os pontos.
O que vem a seguir
Entre os homens, as semifinais reservam confronto entre Jakub Menšík e Alexander Zverev, às 8h30. Também haverá duelo entre Matteo Arnaldi e Flavio Cobolli. A cobertura completa segue com resultados e análises das partidas seguintes.
Entre na conversa da comunidade