Maja Chwalinska está a um passo de uma história histórica no French Open, ao enfrentar Mirra Andreeva na final, após uma campanha improvável que começou nas qualificações. A polonesa, hoje número 114 do mundo, venceu nove jogos seguidos e perdeu apenas um set na jornada até a decisão.
A trajetória de Chwalinska ganhou formato em Paris com um estilo de jogo estratégico, que mistura variação de velocidade, giro e direção. Pequena em estatura, ela compensou a ausência de físico com defesa consistente e paciência tática.
Mirra Andreeva, cabeça de chave oito, chega à decisão com uma carreira já marcada por conquistas precoces. Ela precisa manter a calma para lidar com a pressão de ser favorita e vencer a adversária por consistência e leitura de jogo.
Trajetória rumo à final
Apolada aos traços de resiliência, Chwalinska avançou desde as primeiras fases de qualificação até a chave principal sem abandonar o foco. O patamar histórico seria alcançar o título como qualifier, algo ainda não visto no torneio.
O duelo em Paris também revela estratégias distintas: Andreeva busca confirmar o favoritismo com agressividade, enquanto Chwalinska aposta na diversidade de golpe e na consistência para controlar os pontos.
A vitória asseguraria, ao menos, um prêmio financeiro expressivo, com ganhos estimados acima de 1,6 milhão de dólares. A decisão centraliza-se na diferença de experiência entre as duas jogadoras.
A final acontece no Stade Roland Garros, com transmissão prevista para o último dia de competição. Ambos chegam motivados pela chance de entrar para a história do torneio.
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