A braçadeira de capitão da Seleção Brasileira tem sido símbolo de liderança e transformação sob
Carlo Ancelotti. Aos 32 anos, Marquinhos chega à terceira Copa do Mundo como peça-chave do grupo, escolhido pelo treinador para liderar a busca pelo hexacampeonato. O zagueiro fica à frente da defesa e da experiência do time.
Ao longo da trajetória na seleção, Marquinhos consolidou-se como titular desde 2013, chegando a 104 partidas. Nesta Copa, ele pode entrar para o top 10 de atletas com mais atuações e está perto de superar Lúcio, pentacampeão mundial, em número de jogos.
O capitão completa um ciclo marcado por mudanças de treinadores e episódios marcantes. Em 28 jogos neste ciclo de 2026, não recebeu cartão, destacando-se pela leitura de jogo, posicionamento e antecipação. A derrota de 2022, com pênalti perdido, também é parte da sua construção.
Bremer
Bremer chega à segunda Copa pela Seleção. Nascido na Bahia, o zagueiro levou o nome de Andreas Brehme, campeão mundial pela Alemanha em 1990, e avançou ao futebol italiano antes de vestir a Amarelinha. Mantido por Ancelotti, aparece como opção sólida na defesa.
Com sete partidas pela seleção, Bremer soma características valorizadas pelo técnico: porte físico, firmeza no jogo aéreo e versatilidade defensiva. A permanência em 2026 o coloca como alternativa importante ao longo do torneio.
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