O selecionado espanhol para a Copa do Mundo de 2026 foi apresentado por Luis de la Fuente, que montou um grupo equilibrado com ambições de avançar além das fases anteriores. A Espanha busca a segunda estrela no peito, mantendo o estilo de posse que marcou a era recente.
A equipe encara Uruguai, Arábia Saudita e Cabo Verde na fase de grupos. Unai Simón compõe a disputa pela vaga no gol com David Raya e Joan García, que tiveram temporadas de destaque. Em defesa, Eric García retorna como pilar da linha de trás.
No meio, Pedri, Gavi e Martín Zubimendi sustentam a construção de jogo, com Rodri e Fabian Ruiz agregando experiência. Lamine Yamal e Nico Williams atraem para a frente, ao lado de Mikel Oyarzabal, Ferran Torres e Borja Iglesias na busca por gols.
O treinador
Luis de la Fuente transforma a Espanha em equipe competitiva e unida, mesclando posse com maior verticalidade. O técnico enfatiza comunicação e gestão de grupo, promovendo competição interna e mantendo o foco na seleção, sem considerar clubes de origem.
Destaques e escolhas
Lamine Yamal, presença esperada em seu primeiro Mundial, carrega a esperança da torcida com talento e personalidade. Yamal celebra 19 anos logo antes das fases finais, enfrentando desafios físicos no final da temporada.
Víctor Muñoz surpreende ao integrar a lista aos 22 anos. O ponta de Osasuna ganhou espaço com velocidade e arrancadas empolgantes, destacando-se mesmo vindo do banco.
Eric García, pouco destaque midiático, atua como organizador na defesa. O zagueiro tem sido peça-chave na construção desde a saída do Manchester City e assume liderança em campo.
Expectativas para a competição
A Espanha traz juventude, experiência e ambição para o torneio em solo norte-americano. A equipe pretende manter o controle da posse e explorar transições rápidas, buscando confirmar favoritismo com atuação consistente.
Fonte: Nadia Tronchoni, para El País.
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