Mirra Andreeva, de 19 anos, conquistou o título de simples feminino do Aberto da França, vencendo Maja Chwalińska por 6-3 e 6-2. Em Paris, a jovem russa tornou-se a gunna mais jovem a vencer Roland Garros desde Monica Seles, em 1992.
A vitória encerrou uma jornada marcada por altos e baixos desde sua estreia brilhante aos 15 anos, no Madrid Open. Ao longo de 2023 e 2024, Andreeva enfrentou tropeços e momentos de fraqueza, superados com foco, trabalho psicológico e apoio da equipe.
Na semifinal, Andreeva superou Marta Kostyuk com jogadas consistentes. No jogo decisivo, manteve a compostura diante das oscilações de Chwalińska, passo a passo, e abriu vantagem na segunda parcial para confirmar o título.
Com a conquista, Andreeva entra para um grupo de atletas entre as posições 3 e 7 no ranking, aproximando-se das líderes Elena Rybakina e Aryna Sabalenka. O título reforça a expectativa de continuidade de seu protagonismo no circuito.
A final de Paris teve papel decisivo na reconfiguração do cenário do tênis feminino. Andreeva chegou ao torneio com vantagem de ter sido apontada entre as favoritas, mesmo diante de adversárias já consagradas em Grand Slams.
Chwalińska, 24 anos, saiu como a primeira qualifier a alcançar a decisão em Roland Garros na Era Open, exibindo golpes inusitados com a esquerda e variações que dificultaram a leitura das jogadas para as favoritas.
Ao final da partida, Andreeva agradeceu à equipe e manteve o foco na próxima fase da temporada, deixando claro que o objetivo é seguir evoluindo e competir em alto nível, sem se declarar satisfeita demais.
Desempenho na final
Afinal, Andreeva abriu o set inicial com consistência e manteve pressão, abrindo vantagem de 3-0 e 6-3 no primeiro parcial. A segunda parcial seguiu com ritmo forte, ampliando a distância para 6-2 e selando a vitória.
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