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Endrick, Rayan, Casemiro e Marquinhos: quem foi bem ou mal nos amistosos

Endrick brilha com gol contra Egito; Rayan mostra prontidão com gol no Panamá; Casemiro é criticado por lentidão; Marquinhos, capitão, erra passe decisivo no Egito

Jogadores da Seleção Brasileira após vitória sobre o Egito
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Brasil encerrou a séries de amistosos antes da Copa do Mundo com vitória por 2 a 1 sobre o Egito. O duelo fechou a preparação do técnico Carlo Ancelotti, que já havia comandado o grupo no triunfo sobre o Panamá. A estreia no Mundial está marcada para o sábado, 13, contra Marrocos, em Nova Jersey.

Ao longo de dois jogos, o treinador promoveu rodízio entre os 26 convocados. Gabriel Magalhães não atuou, por estar em descanso após a final da Liga dos Campeões. O elenco seguiu para os EUA mantendo o foco no estágio final da preparação para o Mundial.

Endrick foi assunto central da torcida. Contra o Panamá, o jovem Palmeiras não marcou, mas participou ativamente do ataque. No confronto com o Egito, entrou no intervalo e abriu o placar aos 7 minutos do segundo tempo, após passe de Raphinha. A atuação elevou suas chances de titularidade.

Rayan, atacante do Bournemouth, não atuou contra o Egito, mas brilhou diante do Panamá ao marcar o terceiro gol da goleada. Com apenas duas partidas pela seleção, ele já mostra confiança e pode lutar por espaço na equipe titular.

Douglas Santos iniciou como alternativa de Alex Sandro, mas manteve ritmo bom ao subir ao ataque. Contra o Panamá, entrou no segundo tempo e repetiu desempenho seguro. Diante do Egito, jogou mais de 45 minutos e ajudou na pressão defensiva.

Casemiro foi alvo de críticas pelos minutos lentos em campo nos dois amistosos. O meio-campista teve atuação discreta no lance do gol egípcio, quando pareceu desatento ao recuo de bola. Também houve repercussão de incidente em treino envolvendo Endrick.

Marquinhos atuou como capitão, reforçou o espírito de liderança e consolou Gabriel Magalhães após o erro no pênalti decisivo da Liga dos Campeões. Pela seleção, porém, houve críticas a passes incompletos que facilitaram uma jogada do Egito.

Matheus Cunha perdeu a posição de titular pouco antes da Copa. Após 45 minutos contra o Panamá, cedeu vaga a Lucas Paquetá na partida contra o Egito e pouco apareceu em campo. Cunha voltou no segundo tempo, sem grande participação produtiva.

Quem foi bem nos amistosos

Endrick mostrou consistência ofensiva em ambos os jogos, especialmente no confronto com o Egito, quando entrou bem e marcou. O desempenho reforça a confiança na titularidade em disputas da Copa do Mundo.

Rayan manteve o entrosamento com os companheiros e confirmou que pode ser opção de ataque. A cobrança verbal da torcida durante a partida no Maracanã demonstrou apoio à continuidade de seu aproveitamento.

Douglas Santos apareceu como opção confiável pela lateral esquerda, com boa marcação e participação no jogo ofensivo. A regularidade do jogador agradou ao comando técnico.

Quem foi mal nos amistosos

Casemiro teve atuação menos efetiva em ambos os amistosos, com erros de posicionamento no lance do gol egípcio. A queda de rendimento gerou críticas entre torcedores e analistas.

Marquinhos, embora capitão, foi alvo de críticas após erro de passe que originou o gol do Egito. Mesmo com liderança demonstrada fora de campo, a atuação tecnicamente não correspondeu à expectativa.

Matheus Cunha perdeu espaço para Paquetá próximo da Copa e teve pouca influência no jogo contra o Egito. A situação abre espaço para novas avaliações do treinador.

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