Matheus Cunha detalha a função dupla que assume em campo pela seleção brasileira, destacando que não atua como centroavante. O jogador recua para a defesa quando a equipe perde a posse e avança ao ataque ao recuperar a bola, influenciando o posicionamento de Vinicius Júnior.
Cunha explica que o papel dele é fechar o lado esquerdo defensivamente e, na transição, atuar como atacante de apoio, entrando em diagonal entre as linhas. Ele aponta que a ideia é manter Vinicius livre para participar do jogo, especialmente pela esquerda.
O atleta afirma que não se enquadra na figura de centroavante e que já explicou esse ponto durante a campanha olímpíca de Tóquio, em 2021, quando contribuiu com gols importantes. Na edição eleitoral, Cunha marcou o primeiro da final contra a Espanha na prorrogação.
Pelo Brasil, Cunha também balançou as redes nas quartas de final contra o Egito, somando três gols no torneio. Ele chegou a figurar como vice-artilheiro, atrás de Richarlison, que levou o título de artilheiro olímpico.
No Manchester United, Cunha atua com perfil semelhante ao da seleção, segundo ele. Fecha o lado esquerdo sem a bola e ataca por diagonal com a posse para participar do jogo como ponta-de-lança. Ele acumula destaque como goleador do clube em diferentes momentos.
Dupla função e histórico olímpico
O jogador reforça que o ajuste tático visa beneficiar o time, mantendo Vinicius Júnior com maior liberdade criativa. A leitura de jogo dele passa pela compactação defensiva do setor esquerdo.
Desempenho em clubes e seleção
Cunha aponta ainda que a função demanda sacrifícios para alcançar títulos, incluindo o Mundial. A troca de posições tem como objetivo manter o bloco compacto e ampliar as opções de infiltração dos companheiros.
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