O lateral-esquerdo Douglas Santos, 32 anos, voltou a ser notícia após um retorno discreto à seleção brasileira. A última convocação dele havia sido em 2016, quando o Brasil conquistou o ouro olímpico no Maracanã. Em setembro de 2025, ele soube da volta aos chamados por meio de mensagens de amigos, sem participar de anúncio oficial.
O jogador, hoje capitão do Zenit, em São Petersburgo, consolidou-se como ídolo do clube russo mesmo diante da guerra e das sanções que atingiram o futebol europeu. Sua trajetória ganhou destaque por consolidar liderança em um contrato com a equipe russa e por ter sido sondado para defender a seleção russa em algum momento.
Douglas teve uma infância marcada por lesões graves: fraturou o fêmur duas vezes na adolescência e precisou de pinos. Esse histórico já inspirou um documentário sobre superação. Após testes fracassados em clubes brasileiros, incluindo o Corinthians em 2011, ele retornou ao Nordeste e iniciou carreira profissional no Náutico em 2013.
Trajetória recente e retorno à Seleção
Desde então, o atleta manteve desempenho no futebol internacional, mantendo-se ativo mesmo com as dificuldades impostas pela guerra e pelo isolamento de clubes russos. A notícia de sua possível convocação, ainda que não oficializada, chamou atenção de torcedores e da imprensa esportiva.
Desafios e início da carreira
Antes da escalada no Zenit, Douglas passou por testes no futebol brasileiro que não resultaram em contratação, levando-o ao Náutico. Em 2013, teria começado a carreira no cenário internacional, abrindo caminho para uma presença constante em clubes de alto nível na Europa.
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