O árbitro Omar Abdulkadir Artan, da Somália, não pôde atuar nos Estados Unidos mesmo com passaporte diplomático. Ele enfrentou dificuldades para emitir o documento e teve a tentativa prejudicada pela imigração norte-americana. A ajuda da embaixada da Somália não foi suficiente para viabilizar a viagem. Artan precisou retornar à Turquia, onde está a origem do voo que iria aos EUA.
De acordo com o relato, o árbitro foi impedido de entrar no país por razões formais ligadas ao status de visto/entrada. A situação impede que ele integre o conjunto de árbitros indicado pela FIFA para jogos da Copa do Mundo de 2026. A informação foi veiculada pelo jornalista Romain Molina, do The Guardian.
Artan foi reconhecido como o melhor árbitro da África pela CAF em 2025. Entre as obras avaliadas, ele apitou a decisão da Champions League africana entre Pyramids FC, do Egito, e Mamelodi Sundowns, da África do Sul. A FIFA não se pronunciou sobre o caso até o momento, e o governo dos Estados Unidos não divulgou detalhes adicionais.
Impasse diplomático e impacto na FIFA
A ausência de confirmação oficial da FIFA mantém o tema sob apuração, com desdobramentos ainda incertos sobre a elegibilidade de Artan para futuras competições sob a entidade. A situação também envolve a posição da embaixada somali e possíveis implicações para fluxos de viagem de oficiais de futebol entre continentes.
Contexto da carreira do árbitro
Além de ter sido eleito o melhor árbitro africano em 2025 pela CAF, Artan já teve atuação em partidas de alto nível continental. O caso atual, no entanto, encerra sua participação prevista para o Mundial, segundo as informações disponíveis até o momento.
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