O conflito entre a seleção da Escócia e a Noruega tomou o centro das atenções após o cancelamento de um treino previsto para segunda-feira em Charlotte, nos Estados Unidos. A partida de treino visava dar minutos a atletas. A decisão ocorreu em meio à recuperação de Billy Gilmour, que ficou fora da Copa do Mundo após lesão na recente amistoso contra Curaçao.
A Federação Escocesa de Futebol (SFA) informou surpresa com a posição da Noruega. Em contrapartida, o treinador escocês Steve Clarke e o time alegaram motivos de gestão de lesões e de segurança para evitar riscos. O treino cancelado seria fechado ao público.
Reação da Noruega
Ståle Solbakken, técnico da Noruega, criticou a decisão e chamou a atitude de pouco profissional. Brede Hangeland, gerente da equipe, descreveu o cancelamento como embaraçoso e afirmou que houve longos acordos e negociações protocolares desfeitos.
A SFA destacou que Clarke e Solbakken nunca estiveram em contato direto sobre o amistoso, que foi organizado entre administradores das equipes. A gestão do plano envolveu ajustes com base nas lesões de atletas, conforme a federação.
Atualizações sobre os jogadores
Além de Gilmour, Scott McKenna e Nathan Patterson tiveram treinos com restrições ou foram mantidos para ganhar ritmo, devido a pequenas lesões. Ross Stewart participou como substituto na vitória por 4 a 0 sobre a Bolívia, no sábado anterior.
John McGinn, meio-campista do Aston Villa, afirmou que o foco deve ser na seleção. Em entrevista, disse que a prioridade é cuidar do time nacional e que outras seleções agem de modo semelhante quando necessário.
Clarke reiterou que o treino seria apenas de preparação, com duração de cerca de uma hora, e que evitar contatos desnecessários ajuda a manter o elenco saudável. A SFA, por fim, reforçou que a decisão foi tomada com o objetivo de reduzir riscos.
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