O Brasil busca o hexa diante de um ciclo turbulento, com mudanças na CBF e um longo suspense sobre o técnico. A seleção passou por quatro treinadores e negociações que se estenderam por mais de dois anos para chegar a Carlo Ancelotti. A campanha nas Eliminatórias ficou marcada pela pior posição da história.
No período, houve derrotas inusitadas para Colômbia e Argentina, lesões importantes de Neymar e a saída de Tite. O ciclo teve momentos de recuperação, mas terminou com a quinta posição na classificação sul-americana, adiando o sonho do hexacampeonato.
O contexto da preparação
Em amistosos e mudanças de comando, a equipe passou por diferentes modelos e treinadores interinos até a definição de Ancelotti. Dorival Júnior assumiu temporariamente e, mais adiante, Fernando Diniz tentou manter o time, sem efeito duradouro. A CBF enfrentou pressões internas e externas para normalizar a gestão.
Entre 2023 e 2025, Endrick estreou pela seleção, outros jovens ganharam espaço e a recuperação parcial ficou evidente em amistosos. Em 2024, o Brasil teve oscilações com empate, vitórias isoladas e eliminações em competições continentais, mantendo a pressão sobre a gestão da entidade.
Chegada de Ancelotti e desdobramentos
Em 2025, Ednaldo Rodrigues reconduziu-se à presidência da CBF, com a contratação anunciada de Carlo Ancelotti em maio. A estreia do técnico italiano ocorreu em junho, com empate diante do Equador e vitória sobre o Paraguai, encaminhando a classificação. O ciclo sob Ancelotti reforçou a reconstrução do elenco.
Na campanha para a Copa do Mundo, o Brasil completou oito amistosos, com vitórias sobre Coreia do Sul, Senegal, Croácia, Panamá e Egito, além de empates com Tunísia e Espanha e derrotas para Japão e França. A fase final terminou com derrota para a Bolívia, consolidando a quinta posição.
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