A Copa do Mundo de 2026 promete ser a mais globalizada da história, com 290 atletas defendendo seleções diferentes de seus países de nascimento. O torneio começa nesta quinta (11) em três países: Canadá, Estados Unidos e México.
Entre os que atuam por nações distintas, a França lidera, com 98 jogadores nascidos no país. Além dos chamados “Bleus”, há atletas com passagem por outras nacionalidades, incluindo Haiti, Senegal, Argélia e República Democrática do Congo, todos com pelo menos 10 franceses na disputa.
A história inclui exemplos marcantes: Luca Zidane, filho de Zinédine Zidane, é goleiro da Argélia; Michael Olise, Marcus Thuram e Brice Samba representam fora da França. Mesmo campeões, França soma reforços nascidos fora do país.
Brasil e outros casos
Curiosamente, o Brasil é um dos oito que têm 100% de jogadores nascidos no próprio território. Futuras exceções chegam pelo comando técnico: Carlo Ancelotti, italiano, comanda a seleção brasileira. Andreas Pereira não integrou a lista final.
Ainda assim, três brasileiros natos vão atuar por outras seleções: Matheus Nunes, por Portugal; Maurício, pelo Paraguai; Lucas Mendes, pelo Qatar. As mudanças reforçam o caráter global do torneio.
Dados e organização da Copa 2026
A edição terá 48 seleções, quase o dobro do formato recente. Espera-se superar 1.2 mil jogadores inscritos e 104 partidas. A competição terá início no Estádio Azteca, na Cidade do México, com confronto entre México e África do Sul.
A final está marcada para 19 de julho, em Nova Jérsei, Estados Unidos. A Copa, porém, segue com foco na variedade de estilos, culturas e trajetórias que permeiam o torneio.
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