França lidera a exportação de jogadores para seleções nacionais diferentes da de nascimento, segundo levantamento sobre a Copa do Mundo de 2026. Ao todo, 76 atletas nascidos na França atuarão por outras nações como naturalizados, a maior cifra entre os países participantes. O Brasil ocupa o 13º lugar nesse ranking.
A lista aponta que 28 países contam com ao menos um desses jogadores naturalizados. Entre os casos em campo neste Mundial, um atende atualmente ao Palmeiras: Maurício, que se naturalizou paraguaio e foi convocado pela equipe sul-americana para a Copa na América do Norte. Do lado europeu, aparecem Matheus Nunes, pelo Portugal, e Lucas Mendes, pelo Catar.
Destaques globais
Apesar da predominância francesa, outras nações europeias aparecem bem representadas. Inglaterra, Alemanha, Bélgica e Holanda aparecem entre os países com maior número de atletas naturalizados. Curiosamente, Curaçao tem grande presença com 25 jogadores nascidos na Holanda, defendendo a seleção de Curaçao.
Entre sul-americanos, a Argentina é a maior em número de naturalizados, com seis atletas. Um deles, o goleiro Fernando Muslera, de 39 anos, defenderá o Uruguai em sua quinta Copa do Mundo, atuando pelo Estudiantes nas duas últimas edições de Libertadores e nas eliminatórias para o próximo torneio.
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