Thomas Tuchel observa uma Inglaterra cada vez mais dependente de Harry Kane para marcar gols, mesmo com o atacante em racha. O treinador quer que os demais atacantes contribuam mais, principalmente no torneio que se aproxima.
Kane vem em excelente forma, com destaque para o desempenho no último amistoso de preparação contra a Nova Zelândia. O capitão anotou gols importantes e atua como referência no ataque, ampliando as opções ofensivas da equipe.
Entretanto, as opções de ataque de apoio não atingem o mesmo nível. Ollie Watkins tem ritmo, mas desperdiçou chances contra a Nova Zelândia, enquanto Ivan Toney também teve momentos erráticos. Ambos são vistos como soluções para dividir a responsabilidade.
Além deles, Marcus Rashford segue como segundo goleador do grupo, ainda que tenha sido contido em chances claras. Bukayo Saka se mantém como elemento essencial pelas laterais, mas a produção precisa ganhar consistência.
A ideia de Tuchel é ver mais jogadores decidindo jogos, especialmente nas fases finais do aquecimento para o Mundial de 2026. No elenco, jogadores como Jude Bellingham, Eberechi Eze e Morgan Rogers também podem abrir caminhos, sem depender apenas de Kane.
Rumo a Orlando, onde a Inglaterra enfrentará Costa Rica na última partida de preparação, o desafio é claro: ampliar a variação de opções no ataque. A equação envolve melhorar a tomada de decisão e a finalização dos substitutos de Kane.
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