Osires Nadal, de 81 anos, vive em Nova Jersey e segue na ativa como repórter de campo. Em 2026, ele disputa a 13ª Copa do Mundo, tornando-se o decano da imprensa brasileira no exterior. O repórter nasceu em Ponta Grossa e criou o bordão O Paraná te abraça.
Desde 1970, Nadal acompanhou as Copas presenciais em três décadas diferentes, marcando presença nos Mundiais de México 1970, EUA 1994 e Coreia do Sul/Japão 2002, entre outros momentos. Em 1974 e 1978 ele não viajou por questões familiares e econômicas, mas retornou aos jogos subsequentes.
O jornalista já passou por diversas emissoras e redes de televisão, além de rádios, mantendo a rotina de aeroportos, hotéis e deslocamentos. Nesta Copa, ele recebe apoio do filho Fábio e da filha Luciana na produção de conteúdo, mantendo a tradição de acompanhar a Seleção desde o início da carreira.
Rádio em primeiro lugar
A dedicação de Nadal continua mesmo com a distância entre o Paraná e Nova Jersey. Nas coberturas, ele participa de convocações, treinos e entrevistas coletivas, sempre mantendo a atuação em primeira pessoa. A paixão pela Seleção é destacada pelo repórter como motivação central.
Em entrevistas, Nadal relembra o início da carreira nos anos 70, quando havia maior liberdade para gravar com jogadores e acompanhar treinos presencialmente. Ele cita mudanças ocorridas ao longo dos anos na relação com atletas e equipes técnicas, mantendo o foco na informação.
O repórte também aborda momentos marcantes, como a Copa América de 2007, quando se emocionou com a vitória brasileira. Além disso, comenta sobre a evolução da seleção brasileira e as mudanças técnicas ao longo das últimas décadas, sem juízos de valor.
Legado e lembranças
Entre as lembranças, Nadal destaca a relação com Pelé, que afirmou ter criado vínculos fortes durante entrevistas em 1965. O repórter relembra também encontros com craques e momentos que marcaram sua trajetória, sempre com olhar técnico e objetivo.
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