A Escócia será a terceira adversária do Brasil na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, integrando o Grupo C. A seleção europeia chega com um mix de experiência e jogadores em ascensão, encarando a disputa com o objetivo de surpreender.
Sob o comando de Steve Clarke, desde 2019, a Escócia aposta na organização defensiva e em transições rápidas para impor ritmo aos adversários. Clarke já havia trabalhado em clubes como West Brom, Reading, Aston Villa e Kilmarnock.
O principal nome da equipe é Andrew Robertson, capitão e destaque do Liverpool, que reúne liderança e participação ofensiva. Ao lado dele, Scott McTominay vive fase forte e teve protagonismo no Napoli após deixar o Manchester United.
Meio-campo e jovens promessas
Entre os comandados do técnico, o meio-campo tem peças que controlam o jogo, como Lewis Ferguson, destaque do Bologna, reconhecido pela criatividade. Bil ly Gilmour aparece como presença constante na saída de bola.
Ben Doak simboliza a nova geração, visto como uma das maiores promessas do futebol escocês para o Mundial. Também integram o elenco nomes com rodagem em ligas fortes, como John McGinn e Kieran Tierney.
Adam Adams e outros titulares ajudam a manter a base competitiva, com Che Adams atuando como centroavante no Torino. A seleção busca equilíbrio entre experiência e renovação para enfrentar o Brasil na fase de grupos.
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