O piloto Lance Stroll, da Aston Martin, atribuiu o acidente no GP de Mônaco à unidade de potência da Honda, que fornece o motor da equipe. O incidente ocorreu quando ele estava na 16ª posição e atingiu as barreiras da curva Antony Noghes, provocando a entrada do safety car.
Stroll afirmou que o problema, semelhante aos já observados na temporada, envolve o freio motor. Segundo ele, o comportamento da unidade tem sido irregular: em algumas curvas empurra, em outras puxa, dificultando a condução conforme o traçado.
O piloto disse ainda que, na volta do acidente, o carro reagiu como se o acelerador estivesse parcialmente aberto, sugerindo que o acelerador estaria travado em parte da curva. Ele descartou que o desgaste do asfalto tenha contribuído para a batida.
Contexto técnico e desdobramentos
Aston Martin utiliza também uma nova caixa de mudanças desenvolvida pela equipe após o fim da parceria com a Mercedes, o que eleva o nível de complexidade do conjunto motor-transmissão. A relação entre motor e câmbio vem sendo acompanhada de perto pela equipe.
O embaixador da Aston Martin, Pedro de la Rosa, adotou tom cauteloso ao comentar o episódio, ressaltando que a situação envolve a busca por soluções diante de inconsistências na desaceleração. A equipe e a Honda, segundo ele, trabalham para mapear ajustes antes da próxima etapa.
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