Entre os convocados por Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026, as tatuagens revelam traços da vida pessoal e da carreira dos jogadores. Nomes, datas, retratos e frases marcam a pele de parte da Seleção Brasileira, em uma mistura de família, fé e conquistas.
A família aparece como tema dominante nas artes corporais de Neymar, Raphinha e outros atletas. Neymar ostenta nomes de mãe, irmã e pai, além de retratos e datas dos filhos. Raphinha registra os pais e o filho, com datas em algarismos romanos. Já Léo Pereira homenageia os filhos e a namorada.
Família, fé e conquistas
Paquetá, Paquetá e esposa formaram um casal com tatuagens combinadas: uma palavra para cada um, que somam a expressão bíblica one flesh. Ederson exibe mais de 35 desenhos, incluindo homenagens aos familiares. Weverton reúne títulos e a frase “O ouro é meu, mas a glória é de Deus”, ao lado da medalha.
Títulos históricos na pele
Trechos da trajetória vitoriosa também aparecem. Weverton registra taças da Libertadores e da Copa do Brasil pelo Palmeiras, além do ouro olímpico. Luiz Henrique tatua a taça da Libertadores de 2024 pelo Botafogo, com a inscrição Glória Eterna. Bruno Guimarães eterniza o troféu da Copa do Brasil de 2019 pelo Athletico.
Ídolos e inspirações
Nos desenhos, ídolos mundiais aparecem com destaque. Vini Jr tem uma tatuagem grande com Pelé, Kobe Bryant, Muhammad Ali, Michael Jordan e o pai. Bruno Guimarães inspira-se na família, com o nome dos pais nos pulsos e um desenho compartilhado com um primo.
Weverton e Ederson também aparecem entre os destaques. O elenco, em conjunto, demonstra uma relação estreita entre vida pessoal, fé e conquistas, refletida na arte corporal de cada jogador.
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