Brasil aparece com 4,7% de chance de levar a Copa do Mundo, segundo simulações de computador. O estudo aponta a Espanha como favorita, com 14,5% de probabilidade, seguido pela Inglaterra e França, ambas com 12,4%.
Os cálculos utilizam uma combinação de dados históricos, cotações de apostas e avaliações de jogadores para estimar o desempenho das seleções. A equipe envolvida treinou um algoritmo de aprendizado de máquina para projetar o desfecho de cada partida.
A Copa em pauta conta com 48 seleções e cinco fases eliminatórias, o que amplia o grupo de favoritas e equity de cada país. Brasil figura em sétimo na lista, atrás de Espanha, Inglaterra, França e Alemanha, entre outros.
Metodologia
O modelo utiliza duas etapas: primeiro, modelos estatísticos e insights de apostas avaliam a força das seleções; depois, um algoritmo de aprendizado decide como combinar essas estimativas com informações adicionais. As simulações repetem 100.000 cenários.
As previsões consideram partidas internacionais dos últimos oito anos como base retrospectiva, cotações de casas de apostas e avaliações de jogadores, somadas a fatores como ranking da Fifa e desempenho recente. A metodologia usa uma floresta aleatória para estimar resultados de jogos.
Além disso, o estudo incorpora dados de transfers, valor de mercado e perfis de jogadores, equilibrados com variáveis macroeconômicas de cada país, para entender a influência de fatores externos no desempenho das seleções.
Resultados e perspectivas
O conjunto de favoritos é relatiavelo, com Portugal e Argentina mantendo chances próximas às de outras seleções relevantes. A probabilidade de Estados Unidos chegar às oitavas é de 78%, mas a de vencer a final no estádio MetLife é de apenas 1%.
Tanto a equipe autora quanto pesquisadores de várias instituições destacam que previsões baseiam-se em probabilidades e não garantias. O objetivo é oferecer leitura de cenário baseada em dados, não um anúncio definitivo de vencedor.
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