O Mundial masculino de 2026 começa na quinta-feira, com 104 jogos envolvendo 48 seleções em 16 estádios distribuídos por Canadá, Estados Unidos e México. A competição se estende até 19 de julho, em quatro fusos horários.
A edição é a maior e mais longa já realizada, enfrentando desafios desde a preparação até a logística de ingressos. Infraestrutura, custos de bilhetes e tensões diplomáticas marcaram o clima antes do pontapé inicial.
Entre os entraves, destaque para controvérsias sobre vistos, tarifas e o alto preço dos bilhetes, que atingem torcedores e cobertura da imprensa. As questões migratórias colocam nuvens sobre a participação de times e público.
À beira do kick-off, o Estádio Azteca recebe o confronto entre México e África do Sul, prometendo iniciar a competição com drama e intensidade. A abertura ocorre após semanas de controvérsia externa aos campos.
Fora de campo, a FIFA enfrenta críticas pela gestão de ingressos e pela organização, enquanto o governo dos EUA discute políticas de vistos para parte da delegação. A tensão política é citada como componente do contexto.
No plano esportivo, há expectativa de grandes jogos e possíveis surpresas. Campeões de 2022 e seleções emergentes disputam a atenção de fãs e espectadores globais, com uma audiência prevista para além das fronteiras.
A escolha de cidades e jogos envolve questões logísticas complexas: clima, altitude e deslocamentos entre estados americanos e cidades mexicanas. Jogadores enfrentam condições variáveis ao longo do torneio.
Para os torcedores, o torneio é visto como uma experiência global de futebol, apesar das turbulências administrativas. Com 1,5 bilhão de tele- espectadores citados na final de 2022, a edição 2026 mantém expectativa elevada.
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