Gianni Infantino discursou ante-reporteres na véspera do Mundial de 2026, em um tradicional evento de imprensa na Cidade do México. O presidente da Fifa esteve em um pavilhão próximo ao Estadio Azteca, agora nomeado Estadio Ciudad de México, onde o torneio será aberto nesta quinta-feira, com o confronto entre México e África do Sul.
O discurso retomou defesas de a Fifa ter escolhido o Qatar em 2022 e, novamente, abordar críticas sobre o papel da entidade nos problemas do Mundial de 2026. Infantino manteve o tom de defesa da organização diante de questionamentos sobre condições de trabalho e custos operacionais.
Controvérsias de vistos, ingressos e política
Durante a fala, o dirigente comentou a situação de vistos de jogadores e staff do Irã, mencionando a hipótese de deslocamento de ônibus para o torneio, e abordou o tema de preços de ingressos, defendendo que valores acompanham padrões de playoffs de grandes ligas.
Também houve debate sobre a recusa de entrada de um árbitro somali nos Estados Unidos e a possibilidade de alterações em leis de países anfitriões, questões que Infantino tratou como limites da atuação da Fifa e da organização do Mundial.
Azteca e história do estádio
Infantino elogiou as obras de reforma do Estadio Azteca, relembrando momentos históricos do futebol mexicano, como conquistas de Pelé em 1970 e Maradona em 1986. Enquanto isso, protestos contra condições de trabalho ocorrem próximo ao estádio, com atuação de forças de segurança.
Ao fim, o presidente da Fifa comentou sobre o papel do evento global e a busca por união mundial, destacando a importância simbólica da Copa do Mundo para milhões de torcedores, sem emitir conclusão ou opinião pessoal.
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