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Premiê provincial canadense defende árbitro banido nos EUA

Premier da Colúmbia Britânica defende árbitro somali barrado pelos EUA, destacando impacto na Copa do Mundo e o papel das autoridades anfitriãs

O árbitro da Somália Omar Abdulkadir Artan, que foi barrado nos EUA, é recebido no aeroporto pela população de Mogadíscio
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O premiê da Colúmbia Britânica, David Eby, declarou apoio ao árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, barrado de entrar nos Estados Unidos para a Copa do Mundo de 2026. Eby usou as redes sociais para afirmar que Artan seria bem-vindo em Vancouver, na província, onde o torneio tem algumas partidas.

Artan, de 34 anos, seria um dos 52 árbitros a apitar o Mundial. Contudo, a entrada dele foi impedida pelas autoridades dos EUA. A Fifa informou que não haverá alteração na decisão neste momento.

A Fifa explicou que a determinação final sobre vistos cabe ao país anfitrião, com base em seus procedimentos de imigração. Artan foi eleito o melhor árbitro da Confederação Africana de Futebol em 2025, e seria o primeiro somali a apitar uma edição do Mundial.

Reações e próximos passos

Artan foi recebidos na Somália com reconhecimento de público ao retornar ao país, após o episódio nos EUA. A defesa de Eby destaca a importância de apoiar árbitros que superaram barreiras para chegar ao maior torneio mundial.

O caso ressalta que, mesmo com reconhecimento esportivo, decisões de vistos permanecem sob jurisdição de autoridades nacionais. Não houve anúncio de novas etapas ou mudanças imediatas na situação de Artan.

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