O presidente da Fifa, Gianni Infantino, concede entrevista coletiva na Cidade do México, um dia antes do pontapé da Copa. Ele comentou polêmicas envolvendo os Estados Unidos, o Irã, o árbitro Omar Artan da Somália e o visto negado para Artan. A fala ocorreu em meio a tensão que envolve o torneio.
Infantino lamentou o caso de Omar Artan, árbitro somali considerado entre os melhores da África. Disse que a Fifa não pode interferir em leis de país, mesmo buscando soluções. O mandatário ressaltou que a organização é esportiva e trabalha para manter o torneio estável.
Irã e Estados Unidos
O Irã teve a participação no Mundial colocada em xeque por restrições de visto. Infantino afirmou que a delegação iraniana seria bem recebida e destacou que, apesar dos obstáculos, o Irã disputaria a Copa. Disse ter visitado o país em março e confiado no desfecho positivo.
Relação com Trump
Infantino mencionou ter mantido bom relacionamento com o presidente dos EUA, Donald Trump, desde o primeiro mandato. Afirmou que o apoio do governo americano foi decisivo para realizar o Mundial nos EUA, ressaltando a cooperação entre as equipes.
Ingressos e investigações
A procuradoria de Nova York abriu investigação sobre a Fifa e a venda de ingressos. O foco é alegações de preços abusivos e revenda de bilhetes. Infantino afirmou que a venda funciona com mercado secundário regulado e que cada dólar gerado retorna para o investimento.
Conclusões operacionais
O presidente destacou que há questões em andamento para assegurar que tudo ocorra de forma correta. Afirmou confiança na operação e na cooperação entre governos e entidades para manter a Copa estável e acessível.
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