Alisson Becker pode entrar em campo neste sábado, 13, diante do Marrocos, e colocar seu nome entre os goleiros titulares do Brasil que disputaram três Copas do Mundo. Ele busca entrar em um grupo ainda mais exclusivo: o dos jogadores que foram campeões mundiais.
O goleiro, de Novo Hamburgo, prefere não se prender apenas à participação no torneio. A meta é conquistar o título mundial para entrar de vez no seleto grupo dos campeões. A direção de metas envolve encerrar críticas relativas a atuações decisivas em 2018 e 2022.
Aos 33 anos, Alisson é visto como líder do elenco. Ele reconhece que o Brasil não chega como favorito absoluto nesta edição, colocando França, Espanha e Argentina à frente nessa avaliação. Segundo o jogador, a vantagem pode residir na pressão menor sobre a equipe.
Brasil encara questionamentos recentes antes do Mundial de 2026, com mudanças técnicas e instabilidade na CBF. Apesar dos percalços, o goleiro afirma que o momento presente é o mais relevante para o desempenho na primeira partida e no caminho até a final, se for da vontade divina.
Contexto e perspectivas
A participação em três Copas como titular já está consolidada no currículo. A busca pelo título mundial, no entanto, envolve superar críticas e manter consistência ao longo do torneio. A liderança de Alisson é apontada como fator-chave para a organização defensiva.
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