A Copa do Mundo de 2026 terá ex-jogadores e nomes em atividade atuando como comentaristas a partir de estúdios ou das praças ao redor do mundo. A cobertura acontece no Canadá, Estados Unidos e México, com imprensa brasileira envolvida na transmissão internacional. O objetivo é apresentar a leitura da competição sem gramados, apenas com microfones e câmeras.
Entre os nomes, aparecem campeões mundiais de várias seleções, como Denilson e Ricardinho pelo Brasil; Jorge Valdano e Óscar Ruggeri pela Argentina; Carlos Puyol, Juan Mata, Jeniffer Hermoso e Aitana Bonmatí pela Espanha; Olivier Giroud, Samuel Umtiti, Patrick Vieira e Thierry Henry pela França; Marco Tardelli pela Itália; e a dupla dos Estados Unidos Lori Lindsey e Carli Lloyd.
Ainda segundo a apuração, a Globo manterá uma linha de comentaristas de peso, com ex-jogadores e integrantes da comissão técnica ajudando na análise. Estão no casting Junior, Cristiane Rozeira, Roger Flores, Caio Ribeiro e Grafite; Ronaldinho Gaúcho atuará como embaixador da emissora na Copa.
No panorama internacional, colegas de outras seleções também integram o time de comentaristas. Analistas da Argentina, Colômbia, Uruguai e México aparecem em diferentes operações de transmissão, com participação de nomes como Iván Córdoba, Diego Lugano, Iván Zamorano e Antonio Valencia.
A presença de marcas europeias e asiáticas na cobertura é ampla. Na Europa, Ibrahimovic, Seedorf, Schmeichel e outros aparecem em emissoras norte‑americanas. Do Japão, Keisuke Honda integra o grupo de comentaristas. No Brasil, Falcão atua na televisão italiana e Rafinha Alcântara em canal espanhol.
A organização da cobertura informa que a seleção de comentaristas buscará complementar a narrativa das partidas com referências históricas, dados estatísticos e leitura tática, mantendo a neutralidade e a objetividade. A transmissão seguirá sob padrões de apuração e verificação das informações.
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