O Palmeiras iniciou a modernização do Centro de Treinamento da Academia de Futebol durante a pausa no calendário do futebol brasileiro. A troca do gramado sintético do Nubank Park foi concluída em março, e agora o clube avança com a reforma de dois campos de grama natural.
A decisão envolve a instalação da grama Tahoma 31, variedade bermuda, usada nos estádios da Copa do Mundo de 2026, realizada entre Canadá, México e Estados Unidos. A meta é elevar as condições de treino e manter o padrão de desempenho da equipe.
A engenheira agrônoma Maristela Kuhn, responsável pelo projeto, aponta vantagens como boa rolagem da bola e recuperação rápida. Ela explica que a escolha acompanha a experiência com novas variedades na competição internacional.
Maristela recounta que o estudo para a troca começou há cerca de um ano, logo após a participação da equipe na Copa do Mundo de Clubes da FIFA, nos EUA. O Campo 1, em frente aos vestiários, já está próximo de ser finalizado.
A reforma do Campo 2 começou há cerca de dez dias e segue em andamento, com expectativa de conclusão antes do retorno do elenco profissional aos treinamentos. O Campo 3 já funciona com grama sintética, substituída no ano anterior.
Estudos para a mudança
Segundo a engenheira, o projeto ganhou apoio da presidência, e o departamento de futebol ajudou na logística para conciliar obras com a rotina da equipe. O Palmeiras reforça a ideia de explorar novas tecnologias para aprimorar o espaço de treino.
Maristela finaliza destacando o compromisso do clube com melhorias contínuas. Ela afirma que evoluir o campo de treinamento beneficia o desempenho, o que é essencial para o planejamento esportivo e para o espetáculo oferecido aos torcedores.
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