A seleção dos Estados Unidos estreia na Copa do Mundo de 2026 contra o Paraguai, em um torneio marcado por controvérsias e alto investimento para transformá-la em uma equipe de elite. O projeto, encabeçado pelo técnico Mauricio Pochettino, busca a melhor campanha da história do país em Mundiais.
O acordo para contratação do treinador argentino veio após a eliminação precoce na Copa América de 2024. A federação buscava nomes de peso e, ao longo de negociações, contou com apoio de investidores dispostos a financiar o salto esportivo. A gestão da U.S. Soccer avaliou opções globais.
O financiamento veio de recursos privados, com a participação de Kenneth C. Griffin, fundador da Citadel, e Scott Goodwin, dono da Diameter Capital, além de outros parceiros. A presidente da federação, Cindy Parlow Cone, destacou o papel decisivo desse suporte.
Mauricio Pochettino foi anunciado como estrategista da equipe, tornando-se o técnico mais bem remunerado da história da U.S. Soccer. O contrato inicial previa remuneração de cerca de US$ 5 milhões nos sete primeiros meses, mais um bônus de assinatura de US$ 2,5 milhões.
O começo de Pochettino à frente da equipe trouxe derrotas para Panamá e Canadá em 2025, alimentando especulações sobre conflitos com o atacante Christian Pulisic. Com o tempo, surgiram jovens talentos e ajustes táticos que favoreciam o desempenho.
Avanços e objetivos do projeto
A partir de jogos recentes, a seleção passou a apresentar maior fluidez e adaptação tática, em meio ao escrutínio da imprensa internacional. A estreia em Mundiais continua como teste crucial para a viabilidade do investimento bilionário.
Contexto institucional e financeiro
A iniciativa envolveu a cooperação entre a federação e investidores, com o objetivo de elevar o patamar competitivo e atrair patrocínios. A parceria buscou harmonizar recursos privados com objetivos esportivos de longo prazo.
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