O Canadá entra na Copa do Mundo de 2026 com objetivo além de sediar jogos: usar o torneio para acelerar o desenvolvimento do futebol local e deixar um legado para as próximas gerações. O país atua junto de México e EUA para transformar o Mundial em marco esportivo.
Para isso, os investimentos passaram por estádios, mobilidade urbana e conectividade. Governos federal e provinciais financiaram obras em Toronto e Vancouver, cidades que concentram os principais investimentos.
Estádios requalificados
Toronto ganhou o BMO Field com 17 mil assentos adicionais, capacidade total próxima de 45 mil e melhorias de iluminação e gramado natural. Ajustes também incluíram painéis de LED para transmissões internacionais.
Vancouver e infraestrutura
Em Vancouver, o BC Place Stadium recebeu obras de acessibilidade, áreas de hospitalidade ampliadas e gramado híbrido. Com teto retrátil, a arena terá mais de 54 mil lugares e sediará várias partidas.
Mobilidade e conectividade
Planos de mobilidade visam gerenciar o fluxo de torcedores nesses dias de Mundial. Empresas de telecomunicações reforçam internet e cobertura 5G em aeroportos, estações e arredores dos estádios, para imprensa e fãs.
Espaços oficiais e cultura de torcedores
Cidades-sede criaram áreas oficiais de convivência, incluindo espaços gratuitos do Fifa Fan Festival, para encontros entre moradores e visitantes ao longo do torneio.
Agenda de jogos no Canadá
Toronto receberá cinco partidas da fase de grupos, incluindo a estreia contra a Bósnia e Herzegovina em 12 de junho, além de duelo entre Alemanha e Costa do Marfim e uma oitava de final. Vancouver receberá sete jogos, incluindo as partidas contra Catar e Suíça.
Contexto e expectativa
A participação do Canadá na Copa de 2026 busca consolidar a evolução do futebol no país, reforçando a presença da modalidade na vida esportiva local, ainda que o hóquei permaneça como paixão nacional. A trajetória recente elevou o interesse público pelo futebol.
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