O futebol brasileiro segue sob escrutínio defensivo à véspera da estreia na Copa do Mundo de 2026. Em Basking Ridge, na véspera do primeiro jogo contra Marrocos, o goleiro Alisson Becker ressaltou que uma equipe vencedora precisa odiar levar gols. A declaração, feita na última quinta-feira, marca o tom da preparação da Seleção.
O desentrosamento da defesa tem sido pauta constante nos últimos encontros, o que gerou mal-estar no grupo. Ibañez, zagueiro e lateral-direito, disse que a cobrança interna é grande e que a equipe trabalha diariamente para evitar falhas que resultem em gols adversários. O tom é de foco na resposta coletiva.
Raphinha, atacante do Barcelona, destacou a necessidade de equilíbrio entre ataque e defesa. O jogador reconheceu que, embora haja força ofensiva, só o desempenho defensivo aumenta as chances de vitória em partidas difíceis. Segundo ele, houve gols em bolas paradas, falhas próprias e belos lançamentos, mas a defesa não pode ceder oportunidades perto da área.
A última atuação em que o Brasil não sofreu gols foi em 15 de novembro de 2025, ante Senegal, em amistoso vencido por 2 a 0, no Emirates Stadium, em Londres. Desde então, o conjunto verde e amarelo disputou cinco jogos com rival balançando a rede, reforçando a necessidade de ajuste defensivo para a Copa.
Desdobramentos para a estreia
A Seleção volta aos treinos com o objetivo de chegar ao MetLife Stadium com a defesa mais sólida possível. A partida contra Marrocos está marcada para as 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey, EUA. A comissão técnica aposta em respostas rápidas e compactas para evitar novas falhas que preocupam a torcida.
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