Na Copa dos Estados Unidos, a seleção brasileira adota um recurso conhecido na NFL: pulseiras no braço para orientar jogadas. O treino de ontem mostrou Marquinhos e Gabriel Magalhães usando o acessório, que funciona como apoio à memorização das sequências.
A ideia é parecida com a dos quarterbacks: facilitar a memorização e a execução de lances ensaiados. Os zagueiros são peças-chave na bola parada e seguem instruções com mais clareza ao consultar o papel com as jogadas.
Francesco Mauri, auxiliar de Carlo Ancelotti, comanda as jogadas de bola parada. Ele utiliza três palavras em inglês que começam com D: delivery, desire e details, para guiar o timing, a intensidade e as rotas dos defensores.
Essa abordagem está alinhada ao foco da equipe na copa e na importância das bolas paradas. O elenco também destaca a presença de Gabriel, referência no setor, e de outros jogadores com capacidade ofensiva e defensiva em lances decisivos.
Durante a preparação sob o comando de Ancelotti, o amistoso contra Senegal serviu de referência. O segundo gol brasileiro saiu de uma jogada ensaiada, em que Casemiro participou do momento-chave, reforçando a eficiência das bolas paradas.
Atual a partir de sábado
O Brasil deve colocar em prática as novas estratégias a partir de sábado, às 19h (horário de Brasília). O adversário na abertura da Copa 2026 será o Marrocos, em duelo considerado um teste importante para o setor ofensivo e defensivo.
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