John Textor ampliou, na Justiça da Flórida, a ofensiva contra a Eagle Bidco, adicionando o presidente do Botafogo, João Paulo Magalhães Lins, e o ex-presidente Carlos Augusto Montenegro como réus. A ação foi protocolada nesta sexta-feira, 12 de junho.
O empresário busca indenização superior a US$ 400 milhões (cerca de R$ 2 bilhões), além de danos punitivos, honorários e custas. O objetivo é reconhecer Textor como dono de 90% da SAF do Botafogo e anular o acordo com Eagle Bidco.
Textor sustenta que a Eagle não quitou os US$ 24 milhões previstos no contrato assinado em novembro de 2022, o que, segundo ele, impediria a transferência societária e consolidaria sua participação. A defesa aponta ainda interferência nos seus direitos econômicos.
O processo acusa Magalhães e Montenegro de atuarem nos bastidores para afastá-lo do controle da SAF. O empresário cita reuniões envolvendo GDA Luma Capital e Michele Kang, presidente do Lyon, das quais não participou.
Paralelamente, uma segunda ação sobre o mesmo tema tramita na Justiça do Rio de Janeiro, mantendo o foco na disputa pela propriedade da SAF do Botafogo.
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