Aos 33 anos, Alisson chega à Copa do Mundo de 2026 como titular da seleção brasileira pela terceira vez. O goleiro, referência do Brasil desde 2015, foi vaiado no amistoso contra o Panamá, no Maracanã, gerando debate sobre a cobrança pública.
Ídolo no Liverpool e ícone no cenário europeu, Alisson acumula títulos como Liga dos Campeões e Premier League, além de luvas de ouro. Reconhecido como um dos melhores do mundo, ele encara críticas ligadas a eliminações nas Copas de 2018 e 2022.
Nos últimos anos, o camisa 1 sofreu com lesões e intervalos sem atuar. Segundo o site Transfermarkt, ele teve 13 períodos de baixa por problemas físicos, ausentando o Liverpool e a seleção em 73 jogos. A fase recente levou a avaliações sobre sua forma.
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Desempenho, cobrança e contexto
A diferença entre atuar pelo clube e pela seleção é marcada. Em clube, defesas que asseguram vitórias são valorizadas, enquanto na Copa do Mundo as cobranças se concentram em mata-matas.
No histórico de pênaltis, Alisson já teve momentos decisivos pela Seleção, como em 2019, contra o Paraguai, e nas eliminatórias de 2022 e 2024, quando o Brasil teve quedas nas penalidades. A expectativa é que mantenha o nível em 2026.
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