Côte d’Ivoire retorna ao palco mundial pela primeira vez desde o auge do início dos anos 2010. O elenco não tem o brilho de antes, mas conta com nomes reconhecíveis para torcedores das ligas europeias.
Os Elefantes, atuais campeões da África em 2023, costumam atuar no 4-3-3. No entanto, há dúvidas sobre quem ocupará a posição mais importante: o meio-campo de contenção.
Do outro lado, o Equador chega como uma das seleções mais sólidas da Conmebol. Ficou em segundo nas eliminatórias, atrás da Argentina, mesmo após a dedução de pontos do caso Byron Castillo.
La Tri é referência pela defesa de alto nível e por uma longa sequência de jogos sem derrotas. As chances de classificação passam por equilíbrio entre juventude e experiência, sem depender de um único astro.
Em quadros de kvalificação, o Equador marcou 14 gols e sofreu 5 em 18 confrontos, revelando um ataque ainda eficiente, apesar de a defesa ter mostrado consistência ao longo do processo.
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