Diego Hernández, engenheiro civil equatoriano, vive no Brasil desde 2016 e mantém a tradição de acompanhar a seleção do seu país ao lado da comunidade equatoriana em Brasília durante a Copa do Mundo. A edição de 2026 reforça esse hábito que já dura uma década.
A estreia do Equador contra a Costa do Marfim, neste domingo (14/6), reuniu dezenas de torcedores na Embaixada do Equador em Brasília. O grupo costuma se encontrar na embaixada ou na casa de amigos para assistir aos jogos.
Esses encontros vão além do futebol; fortalecem vínculos entre os equatorianos que moram longe de casa. Para Diego, a torcida compartilhada funciona como um pedaço do Equador presente no Brasil e ajuda a reduzir a saudade.
Vestuário e celebração também são parte do ritual, com a maioria dos torcedores vestindo a camisa da seleção. O momento reforça a identificação cultural e a conexão com as próprias raízes, mesmo a milhares de quilômetros de casa.
Entre na conversa da comunidade