O Irã chegou aos Estados Unidos no início da noite de domingo, véspera do duelo com a Nova Zelândia, em Los Angeles. Antes da entrevista oficial, a FIFA limitou o que podia ser perguntado, fazendo com que Ghalenoei e Mehdi Taremi falassem apenas sobre o confronto.
A delegação enfrentou restrições de vistos que atrapalharam a preparação prevista. Parte da equipe treinou no México, em Tijuana, antes de retornar ao local da partida; 11 membros da comissão técnica ficaram fora por ausência de visto aprovado.
O treinador reconheceu que as dificuldades administrativas impactaram o planejamento da equipe, que teve mudanças de campo e de país durante a preparação. Garantiu que o grupo busca manter o foco técnico e a alegria do futebol.
Contexto logístico e aclimatação
Durante a coletiva, a FIFA vetou parte das perguntas, citando protocolo para evitar temas políticos. A mudança de planos também foi comentada pelo técnico, que agradeceu ao México pela receptividade.
Ele ressaltou que o time iraniano está acostumado a enfrentar adversidades para criar oportunidades em campo. A preparação ocorreu com foco no desafio contra a Nova Zelândia e na participação no Mundial.
Ausência de Azmoun e relação com Neymar
Ghalenoei mencionou a ausência de Sardar Azmoun na lista de convocados para o Mundial, associando o tema a situações de política externa. O treinador citou Neymar como exemplo de jogador importante que, por fatores específicos, pode ficar de fora de jogos.
A referência ao atacante brasileiro foi usada para explicar que lesões ou circunstâncias adversas também afetam seleções. O comentário procurou contextualizar a situação de Azmoun sem entrar em polêmica.
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